Às vezes brinco de escrever e faço uma bagunça tão grande com as palavras que poesia vira carta que vira conto que vira ficção que vira biografia. Vou deixando assim pedacinhos meus por aí, trechinhos do que vivi ou do que quis viver, realidades de verdade imaginadas em vidas inventadas em tinta e papel ou caracteres, memorialista que sou das narrativas fantasiosas que crio. Eu passo, as frases ficam, eu volto, leitora com outros olhos de um repertório não tão vasto assim. E ao ler sigo escrevendo. Escrevo pra ler. Escrevo pra entender. Escrevo pra esquecer.
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